Variedades e curiosidades sobre café - BRASVENDING
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Variedades e curiosidades sobre café

Variedades

O café é a segunda commodity mais consumida do mundo. O Brasil, além de ser o maior produtor e exportador de café é também, o segundo maior consumidor atingindo 97% da população.

As variedades mais difundidas no mundo são: Arábica e Conilon

  • Café Arábica: é a espécie de maior relevância no mercado, produzindo um café de mais rico sabor e mais fina qualidade, responsável por 80% do café exportável no mundo.A Brasvending utiliza café 100% Arábica em suas máquinas garantindo uma bebida de qualidade superior, encorpado, com aromas florais e uma persistente finalização na boca. Notas de aroma e sabores florais, frutados são percebidos e muito valorizados nos cafés especiais.
  • Café Conilon: variedade também conhecida por “Robusta”, é comumente comercializado no mercado interno. Produz um café de bebida inferior, mais simples.É comum a mistura com cafés arábicos na indústria de torrefação e moagem afim de equilibrar os atributos do café.

Curiosidades sobre Café

  • Blend: assim como o vinho, o café pode passar por um processo de blend, na qual são realizadas misturas de grãos de diferentes regiões de maneira a obter uma bebida com a característica específica desejada.Lavouras em elevadas altitudes geram grãos de café com maior acidez e leveza, assim como temperaturas amenas aumentam o tempo de maturação, conferindo mais complexidade à bebida.
  • Peneira: refere-se ao resultado do processo de rebeneficio do café, feita por um jogo de peneiras, que separa os grãos pela forma e pelo tamanho. As peneiras têm crivos com medidas e formatos diferentes que separam o café moda e o café chato, de tamanhos distintos.Esta separação é importante, pois propicia uma torração mais uniforme e consequentemente um café de melhor qualidade.
  • A qualidade final da bebida café está intrinsecamente relacionada à composição dos grãos torrados, que por sua vez carrega as características da matéria-prima e as transformações físicas e químicas sofridas no decorrer do processamento pós­colheita (secagem, armazenagem, rebeneficio, torração e moagem) a que os grãos foram submetidos.

Para descrição sensorial do café se busca os seguintes atributos: fragrância e aroma, uniformidade, ausência de defeitos, doçura, sabor, acidez, corpo, finalização, equilíbrio e uma definição final que o café apresentou a quem o esta julgando ou avaliando.

  • Sabor: reflete a combinação de todas as percepções captadas na gustação.
  • Acidez: quando positiva contribui para a vivacidade do café, aumenta a percepção da doçura e confere característica de fruta-fresca.
  • Finalização: é definida como a persistência do sabor na boca.
  • Corpo: consiste na percepção tátil do líquido na boca, especialmente quando percebida entre a língua e o céu da boca.
  • Doçura: refere-se ao agradável sabor doce, sendo sua percepção resultado da presença de determinados carboidratos.
  • Amargor: é o contraponto da doçura. É aceitável o amargo oriundo da cafeína e indesejável o amargor oriundo do momento fenológico do fruto no processo industrial.
  • Grau de torra: determina os vários compostos que são extraídos durante a formação da bebida.

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